Thursday, October 14, 2010

Me myself and I

Depois de tantos anos, voltar aqui é estranho.
Mas a necessidade de escrever é maior.

Acho que nunca, em minha vida fui tão sozinha.
Parte por escolha, outra não.

Já estive pensando nisso esses dias.
Na vida dos meus amigos e conhecidos, como é.
O que fazem da vida, como vivem.... se gastam seu dinheiro em prl de sí, se ajudam os pais ou alguém... se sobrevivem do proprio dinheiro, ou ainda, se dependem do dinheiro dos pais.
E pensei em como seria minha vida, se meus pais estvessem aqui.
Como seria ainda morar com eles, minha liberdade e minha independencia.
E também, como seria ainda morar longe de tudo, não pagar aluguel e algumas outras contas.
Ver sobra de dinheiro no mês, e não quanse arrancar os cabelos com a falta dele.

E me perguntei se seria feliz.
Fiquei em dúvida.

Absoulutamente não pela presença dos meus pais.
Acho que nada no mundo me faria tão feliz qto a presença deles, mas sim pq não seria a mesma pessoa que sou hoje.
Não que a de hoje seja foda de bom, mas sei que sou alguém / algo muito forte.
Sou alguém que vence barreira e supera limites, todos os dias. Do meu jeito.

E uma coisa muito interessante me veio.
Eu sempre cuido de todo mundo, sempre faço comida, dou remédio, levo no médico, faço companhia e dou carinho. E quando eu fico doente, me vejo só.
Vou ao hospital sozinha, compro meus próprios remédios, tomo banho e vou pra cama.
SEM NINGUÉM, POR OPÇÃO.

Ao mesmo tempo que sinto falta, me sinto bem sozinha.
Talvez como nunca tivesse me sentido. Bem comigo mesma;
Me sentindo com todos os defeitos e qualidades, em todos os erros e acertos, com todos os MEUS sabores.

Auto suficiente...

Estranho ser, pensar e falar sobre isso.
E a vida segue...

Thursday, March 26, 2009

Cuide exclusivamente da sua vida.

Cheguei a conclusão que as pessoas são naturalmente ruins e insensíveis.
Elas são altamente  egocêntricas e egoistas.

Eu me acho um alienigena nesse mundo tão "fechado", inóspito. Doente.
Ainda paro pra pensar nas pessoas, em como ser cordial, em como agradar e ainda mais.. como surpreender. E é claro que eu não faço isso para qualquer pessoa. Não sou tão boa o suficiente.

Faço isso exatamente para as pessoas que eu amo.
Faço para as pssoas que eu gosto e que considero de alguma forma especial.

As pessoas só pensam em seu único bem estar e prazer.
Preciso realmente aprender a não esperar MAIS NADA das pessoas, inclusive daquelas que eu quero bem, pois simplismente elas não farão.

E eu?
Eu tenho que aprender a me corromper.

Wednesday, March 25, 2009

Soma 1

E amanhã, dia 26/03, é meu aniversário.
E o que isso tem de especial?
Nada... 

Não adianta, eu tento, tento, tento me alegrar mas nem sempre eh possivel.

Eu vou acordar como de costume, fazer minhas coisas matinais, tomar banho me trocar e ir pro trabalho...
Não vai ter café feito com carinho cheio de supresas e coisas gostosas.

Eu vou trabalhar normalmente, como se fosse um dia normal.
Depois vou encontrar por qse uma hora meu irmão e vou vir pra casa.

E não vai ter ninguém me esperando.
Ninguém aflito pq eu vou chegar logo logo.
Eu não vou receber parabéns de ninguém.
Não vai ter nenhum bolo, por mais simples que seja me esperando.

Eu vou comer o que sempre como e vou dormir.

Claro que receberei ligações de pessoas especiais e importantes na minha vida.
Mas não tem aquela magia do aniversário, cantar parabéns, do bolo, do preparar surpresa.

Obvio que algumas coisas/pessoas vão me deixar felizes.
Mas não tem mais tanto aquela magia do dia do aniversário.

Bah... chega de reclamar.
Amanhã é um novo dia....
Como qualquer outro, menina Suellen.

Tuesday, March 17, 2009

A saudade nao pode esperar?


(logo adianto que sabe-se-la-pq eu estou sem acentos e alguns pontos)


Saudade eh uma coisa que tem me pegado com alguma certa frenquencia... coincidencia ou nao, o pico antedecem datas comemorativas.
Desta vez eh meu aniversario.

Estranhamente, esta foi uma data que eu nunca liguei muito, e nunca considerei muito importante. Pra dizer a verdade meu aniversario sempre me soou como uma coisa triste. Bizarro.
E meus pais sempre fizeram questao de fazer alguma coisa pra mim.. nada muito grandioso, mas sempre fizeram um bolo, um presente.. algum carinho especial. Ate nas mais dificeis das epocas, lah estavam eles.. Sr. Valter e Dna Cida, prontos para me receberem. 

E mesmo que eu viesse com a maior das malcriacoes (lembre-se, eu nao gostava do meu aniversario) eles sempre fizeram questao.. sempre me pegaram pela mao e disseram: Olha, esssa data eh especial.. foi o dia em que Deus nos mandou voce de presente. E me roubavam um sincero, alegre, timido, birrentinho sorriso.

E olha como esse mundo eh... hoje eu adoro meu aniversario.
Sem motivo especifico, grandioso.. soh o dia em que eu nasci. Foi o dia em que eu ganhei de presente o mundo. Foi o dia em que eu vim de "presente" na vida de algumas pessoas.

Ironia do destino.. as pessoas que mais lutaram pra que eu sentisse isso, que sao os unicos responsaveis por toda essa minha felicidade com o meu dia.
Hoje, o que eu mais queria era que eles estivessem aqui, contanto os dias que faltam.
Me perguntando o que eu queria... ou pensando se iriam chamar meus amigos, qual bolo minha mae iria fazer, meu pai comprar ingredientes...

Saudade.
Ah, saudade essa que me mata aos pouquinhos.
Saudade essa que deixa esse dia especial, ainda mais especial.
Com um toque tristonho pela ausencia, mas feliz por eles sempre se fazerem presentes.
Seja numa frase, musica, lugar, pessoas, palavras.. numa data. Num sentimento.

Pai e Mae, eu gostaria de pedir de presente de aniversario para Deus, vcs novamente na minha vida.
Queria voces ao meu lado, caminhando meus passos e acompanhando todos os meus desenvolvimentos, lutas e conquistas!
Conquistas estas que eu dedico todas para voces!

E mesmo sabendo que esse presente de materializacao nao eh possivel.
Sei que voces sempre se fazem e estao presentes, em todos os dias da minha vida.

Amo voces, e obrigada por tudo.



Friday, February 20, 2009

Afinal, quem é você?!

- Quem é você?
- Adivinha se gosta de mim
Hoje os dois mascarados procuram os seus namorados perguntando assim:
- Quem é você, diga logo...

- ...que eu quero saber o seu jogo
- ...que eu quero morrer no seu bloco...
- ...que eu quero me arder no seu fogo
- Eu sou seresteiro, poeta e cantor
- O meu tempo inteiro, só zombo do amor
- Eu tenho um pandeiro
- Só quero um violão
- Eu nado em dinheiro
- Não tenho um tostão...Fui porta-estandarte, não sei mais dançar
- Eu, modéstia à parte, nasci prá sambar
- Eu sou tão menina
- Meu tempo passou
- Eu sou colombina
- Eu sou pierrô

Mas é carnaval, não me diga mais quem é você
Amanhã tudo volta ao normal
Deixa a festa acabar, deixa o barco correr, deixa o dia raiar
Que hoje eu sou da maneira que você me quer
O que você pedir eu lhe dou
Seja você quem for, seja o que Deus quiser
Seja você quem for, seja o que Deus quiser

Wednesday, February 18, 2009

Ruim da cabeça, doente do pé (???)

É a quarta vez que tento iniciar esse texto, mas não sei ao certo como dar inicio a essa pequena linha de pensamento que se faz bem presente.

Preciso de inspiração.
Não tenho conseguido escrever um parágrafo sequer que prestasse.

Me sinto exausta. Não gosto de ter que ficar doente... não que alguém TENHA que ficar doente.
Em outras épocas eu bem que gostava.. de ter alguém me mimando. Mas enfim.
Ir trabalhar passando mal, chegar no final do dia sem coragem de me levantar do chão é foda.

Preciso de férias.
Preciso fugir.
Preciso.
É preciso.

Tuesday, February 17, 2009

Usa, lava, bate, sacode e veste!

Acho bem curiosa a descartabilidade das pessoas hoje em dia.
Antigamente a pessoa serve ou não serve para você, ao contrário de hoje que, independente da pessoa não servir, ela se SERVE por tempo determinado e logo é descartado. Talvez por uma nova pessoa com seu tempo de vida estipulado, ou não.

E mesmo sabendo de tudo isso.
Mesmo sabendo que isso acontece e que eu inclusive sou presa fácil, acabo caindo nessa.
E ao cair sempre me machuco.
Mas sei que aos poucos, logo me levanto... mais forte, mas não menos descartável.

E é por essas e outras que eu acabo, e restringindo a menos de meia duzia de amigos.
Esses não descartáveis. Confesso que a frequencia a qual eu os encontro é bem pequena, porém são amigos amigos. Que sempre poderão contar comigo e vice versa... ou não.